ENXERGAVA TUDO PRETO, PONTILHADO COMO SE TIVESSE CAIDO EM UM APARELHO FORA DO AR, CHAPISCADO CALEIDOSCÓPIO NEGRO DE VERÃO. SENTADA NO BARCO CONTINUEI IMÓVEL DE CORPO, POR QUE A MENTE TINHA A VORAZ ÂNSIA DE ESCREVER QUALQUER COISA, QUALQUER LINHA ABSURDA, DESNUDA, AGUDA , FELPUDA, CASACUDA, LÍRICA, TESUDA, CARNUDA, DUVIDOSA, ASQUEROSA, SEI LÁ...

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

nano sinfônia

a vida às vezes cai como um piano sobre minha cabeça (by Biza Madruga)
cruzess, que horror
você acha isso mórbido?
pois é claro!
ah é!? então me diz quantas pessoas você conhece que morreram de piano na cabeça?
traga-me um levantamento eficaz de pianos homicidas... e podem ser suicidas também, no mundo das grandes janelas, nunca se sabe.

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